Encontro 2. - O que é um encontro?

Etiquetas: Comunidade, Relacionamentos, Comunicação, Trabalho com imagem, Trabalho com texto, Discussão, Oficina

Objetivo

  1. fazer os participantes perceberem que existem encontros e Encontros (com E maiúsculo) e que nós, sendo criadores e criativos dos nossos encontros de vida, decidimos quais irão predominar

  2. deixá-los sair do encontro com uma tentativa de definir o que é um Encontro

  3. chamar a atenção para as dificuldades e sombras dos encontros com outros

  4. mostrar a comunidade como espaço de encontros, nem sempre fáceis

Materiais para o encontro

  • bloco de desenho e material de escrita

  • duas folhas com as palavras “encontro” e “Encontro”

  • impressão da definição da palavra “encontrar” do dicionário: http://www.sjp.pl/spotkanie

  • impressão da banda desenhada numa folha A4

  • impressão com exemplos de diferentes diálogos na internet

  • fotografias de diferentes encontros

Encontros na vida quotidiana

Colocar sobre a mesa algumas fotografias que representam diferentes encontros (encontro familiar, encontro romântico, encontro de amigos, visita a um doente, discussão, encontro de negócios, encontro de João Paulo II com Ali Agca e duas fotografias que representam encontro na rede). Os participantes tentam encontrar um motivo comum para todas as fotografias – ENCONTRO.

Conversa solta mas breve com os participantes sobre os encontros na vida quotidiana.

Aviso

Este ponto serve principalmente para introduzir o tema, fazer perceber que a vida é uma sequência de encontros, mais ou menos significativos para nós, mais fáceis, agradáveis e mais difíceis, dolorosos, etc. A conclusão para a qual a conversa deve tender é: NÓS MESMOS SOMOS OS CRIADORES DOS NOSSOS ENCONTROS - talvez nem sempre decidamos sobre o facto do encontro, mas certamente temos sempre influência sobre a sua forma, atmosfera, etc.

Encontros no real vs. encontros no virtual

Um tipo específico de encontro, típico de nós, que vivemos na era da internet, são os encontros na rede: em chats, mensageiros, redes sociais, etc.

  • Pergunta provocadora: Os encontros na rede são valiosos?

Provavelmente haverá alguém que responderá que não ou pelo menos estará inclinado a polemizar com o facto de serem encontros valiosos. E se não, sempre se pode recorrer à afirmação de que “muitas vezes critica-se a Internet por lá as pessoas esconderem o seu verdadeiro eu, não dizerem a verdade, conversarem sobre coisas estúpidas porque ‘esta juventude de hoje…’ etc.”). Tendemos para iniciar a conversa neste tema não com o clássico “a Internet banaliza as relações” (embora seja verdade…), o virtual é o mal, etc., mas de forma positiva, dizendo que os encontros na rede podem ser bons e valiosos porque, no final, somos nós que decidimos como eles são. MAS…

…o facto de poderem ser assim não significa que sempre o sejam. Normalmente, porém, as leis que regem a rede (anonimato, falta de contacto direto, emoticons em vez de emoções, etc., facilidade de mal-entendidos) levam a que estes ENCONTROS SEJAM BASTANTE ESTÉREIS, NÃO TRAZEM NADA À NOSSA VIDA, E A SUA MULTIPLICIDADE LEVA A QUE ESQUEÇAMOS RAPIDAMENTE QUE EXISTIRAM.

Visualizemos isto – escolhemos duas pessoas, cada uma recebe uma folha com um exemplo de diálogo frequente na internet. Sentamo-las uma em frente à outra e pedimos para lerem o diálogo. E segundo exemplo – cortamos a história do anexo em pedaços, os participantes montam juntos. Ou apenas apresentamos na íntegra – como preferirem.

|| -Olá. || -Olá. || -O que há? || -Bem. E contigo? || -Também bem || -O que estás a fazer? || -A conversar, e tu? || -Eu também estou a conversar. || …(curta pausa) || -Estás aí? || -Sim || -Sabes, já vou embora. || -Ok. Tchau.

De seguida perguntamos aos participantes sobre as suas experiências relacionadas com este tipo de “encontros” (suspeito que possam querer polemizar, então é preciso enfrentar corajosamente e, Deus me livre, não negar, apenas dar delicadamente a entender que o encontro na rede não é o auge dos encontros interpessoais em geral). Perguntas:

  • Quantas conversas conduzi na rede na semana passada?

  • Quantas delas conseguiria dar um tema, por exemplo “conversa sobre o filme XYZ”?, “olá, o que há na escola”, etc.?

  • Com que frequência me acontecem “conversas” no estilo das apresentadas anteriormente?

Realizamos uma breve comparação entre encontros no real e encontros no virtual. Faremos isto em 2 etapas:

ETAPA 1: - Preparação para estes encontros:
  • Como nos preparamos para um encontro no real e como para um encontro na rede e como ele decorre? - pode-se escrever numa folha durante a conversa com os participantes (encontro no real - cuidado com a roupa, maquilhagem, (quem de nós não olha ao espelho quando sai para um encontro com outra pessoa?), importância dos gestos (já praticaram alguma vez diante do espelho antes de um encontro importante para vocês, talvez um encontro romântico?), contacto visual, certeza de que vamos ao encontro de uma pessoa viva; talvez tentar dar a essa pessoa algum pequeno prazer, por exemplo flores ou algum presente? encontro no virtual – posso parecer como quiser, posso escrever o que quiser, posso sair quando quiser e escrever já volto, pode haver silêncio e ninguém se sentirá constrangido, não tenho de me concentrar neste encontro - posso simultaneamente escrever com alguém e ler informações na net)

  • Como vemos o valor destes encontros em relação a isto? Como fica a sua comparação?

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ETAPA 2 – O decorrer destes encontros:
  • Banda desenhada - A banda desenhada ilustra como na rede é fácil haver mal-entendidos, como se pode interpretar mal as palavras de alguém, o comportamento de alguém ou precisamente a sua ausência

  • Pode-se puxar um pouco o tema com os participantes: Conhecem isto de algum lado, concordam, etc. Mas principalmente trata-se de os levar agora a pensar sobre como poderia ser este encontro se estivessem sentados um em frente ao outro, se não os separasse este monitor. Pode-se propor-lhes preparar pequenas cenas que ilustrem tal encontro, por exemplo em diferentes lugares (café, parque, paragem de autocarro) – e encorajar para pensarem sobre o que certamente não poderiam experimentar na rede. Conclusão - OS ENCONTROS NO REAL, POR GARANTIREM CONTACTO DIRETO COM O OUTRO, PODEM FORNECER-NOS MAIS EXPERIÊNCIAS, FICAR MAIS GRAVADOS NA NOSSA MEMÓRIA E ASSIM TER PARA NÓS MAIOR SIGNIFICADO. PERMITEM EVITAR DESILUSÕES CAUSADAS PELA INCERTEZA DA INTERNET E PELA NECESSIDADE DE SUPOSIÇÕES BEM COMO MAL-ENTENDIDOS RELACIONADOS COM A INTERPRETAÇÃO INCORRETA DAS PALAVRAS OU INTENÇÕES DE ALGUÉM.

Qualidade dos encontros no real

Vale a pena agora fazer a pergunta sobre a qualidade dos nossos encontros no real - como os vivemos, como são, etc.

  • O que fazem quando se encontram com amigos - escrevam 3 atividades que ocorrem sempre, independentemente de qual amigo, qual lugar, etc. (suspeito que muitas vezes se repetirá a atividade “conversar”…)

…continuamos o tema refletindo sobre esta questão - como se relacionam as palavras “encontro” e “conversar” (rimam! :D).

  • É mais fácil falar ou ouvir?

  • Tratamos os encontros como oportunidade para desabafar?

  • Conseguimos imaginar por um momento um encontro sem conversar?

  • Perde valor por isso? Por que sim/não?

Procurar encontros onde não há conversa (exemplos: dois pescadores na pesca, vigília junto a uma pessoa inconsciente). E talvez os participantes já tenham no seu repertório de experiências tal encontro?

Curiosidade - sentença: Senhor, guarda-me do hábito pernicioso de pensar que tenho de dizer algo sobre cada tema e em cada ocasião.

…e continuando o tema sobre a qualidade dos encontros, outra questão: Em nome de quê nos encontramos? (por nós mesmos, por exemplo para não nos sentirmos sós, pelos outros - para que não se sintam sós, porque temos algum interesse) - pode-se utilizar as fotografias do início do encontro. Quais encontros predominam? Como sinto – quais deles trazem mais à minha vida? Por quê?

A questão dos encontros e dos Encontros

Neste momento vale a pena abordar o tema dos encontros e dos Encontros

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Nota

folhas com estas palavras escritas de forma apropriada para visualização colocamos sobre a mesa

Depois de tudo o que dissemos, conseguimos estabelecer alguma definição destas duas palavras, aparentemente semelhantes, mas diferentes? Em que difere um encontro de um Encontro? Ajuda para isso será…

…apresentar a definição de encontro do dicionário online (http://www.sjp.pl/spotkanie) apresentada em 4 pontos:

encontro
1. topar com alguém ou algo, ver-se com alguém;
2. conhecer alguém;
3. encontrar algo algures;
4. acontecer, tornar-se parte de alguém

Esta definição é interessante porque apresenta um certo caminho que separa encontro e Encontro, preenche o espaço entre eles. Um encontro pode ser “topar com alguém”, pode incluir “ver-se com alguém”. Isto pode resultar em “conhecer alguém” e “encontrar graças ao encontro algo bom, valioso, por exemplo na pessoa ou na situação, e talvez em si mesmo”. No final, um encontro pode levar a que “aconteça algo”, que “algo se torne parte de nós”, por outras palavras, que algo mude na nossa vida devido ao encontro, alguém se torne, por exemplo, parte de nós graças ao encontro, ou nós nos tornemos parte do mundo de alguém, e melhor ainda se ambos :) A análise desta definição em conjunto com os participantes deve resultar no esboço do que entendemos pela palavra “encontro” e “Encontro” e a diferença entre estes dois acontecimentos.

  • Mas será que o facto de um encontro poder ter estas 2 dimensões significa que devemos esperar apenas pelos segundos, objetivamente mais valiosos? Como se relacionam uns com os outros?

Trata-se de que os encontros são o caminho para os Encontros, a areia entre os grãos na qual procuramos pérolas. Exemplos: Vimos todas as semanas à Missa para uma vez por semestre viver uma experiência mística….Bebemos cerveja depois do trabalho com os colegas, entre outras coisas, para quando chegar AQUELE MOMENTO, detê-lo com uma conversa masculina antes de destruir a própria família, etc.

Resumo desta parte:

Os encontros são diferentes, o facto é que preenchem a nossa vida. Tenho uma enorme influência sobre a qualidade e forma dos meus encontros com outros. Da decisão sobre o facto do encontro pode depender muito, há Encontros que podem mudar muito.

Encontro como espaço de dificuldades

Voltamos às fotografias com exemplos de encontros do início. A tarefa dos participantes é pensar segundo que critério se podem dividir estes encontros - trata-se de encontros difíceis e agradáveis. Se não chegarem a isto, pegamos numa fotografia com um encontro agradável e numa com um difícil colocando-as como que em oposição uma à outra - então devem chegar:P

Após a divisão das fotografias sai praticamente meio a meio; o encontro de negócios e o encontro na rede podem ser classificados de forma diferente, mas isso não é importante. Tendemos para o tema dos “encontros difíceis” - por que razões estes encontros podem ser difíceis (emoções negativas, stress, medo, necessidade de perdão)? o que significa que são difíceis, por que os recebemos assim? estes encontros podem ser de alguma forma valiosos ou são apenas fonte de tristeza, dor, irritação, etc.?

Comunidade como encontro

Agora passaremos a considerar a questão “Comunidade como espaço de encontro” (porque os nossos retiros são sobre comunidade)- com que encontros temos a ver na comunidade? o que podemos dizer sobre eles? talvez alguns já tenham alguma experiência - que contem sobre os seus encontros no âmbito comunitário.

Aviso

Aqui é necessário o testemunho do animador!

Qual é a característica mais importante dos encontros na comunidade, o que os distingue dos encontros noutros espaços (na escola, no local de trabalho) - NÃO HÁ COMUNIDADE SEM ENCONTROS COM E MAIÚSCULO. Se não existem, temos a ver com um grupo, onde ocorrem sim muitos encontros, talvez valiosos aos olhos daqueles que neles participam…Mas na comunidade é diferente - com o tempo percebes que este lugar é preenchido por Encontros - que mudam, que constroem, por muito tempo e ouso afirmar que até para sempre.

Mas deixemos por agora estas nossas comunidades, presentes, e pensemos nas comunidades dos tempos de Jesus. Qual delas nos vem primeiro à mente? (trata-se obviamente dos Apóstolos). Qual é o nosso conhecimento agora sobre esta comunidade - que comunidade eram os Apóstolos?(suponho que a maioria das respostas serão determinações positivas…e se não, nós mesmos tendamos para apresentá-los nessa luz. Os Apóstolos como comunidade de pessoas concordes, pessoas santas afinal!, que assumem o esforço comum e a cooperação para alcançar objetivos comuns, pessoas profundamente crentes, etc.)

E depois devagar…mas será que com toda a certeza podemos dizer que eram uma comunidade à qual se adequam exclusivamente determinações positivas? viviam agradável e concordemente, em todo o tempo? A proximidade de Jesus no meio deles funcionava como proteção contra o pecado, a dúvida? Pois bem, Jesus sabia que entre os apóstolos nem sempre era agradável e concordante, sabia também que após a Sua morte também não seria assim, e apesar disso desejava esta comunidade!

Para confirmar que na comunidade dos apóstolos havia de tudo, vejamos 3 histórias. TEM UM DUPLO OBJETIVO - CHAMAR A ATENÇÃO PARA SITUAÇÕES CONFLITUOSAS E DIFICULDADES, MAS SIMULTANEAMENTE MOSTRAR FORMAS DE LIDAR COM ISSO, FORMAS DE FUNCIONAMENTO DOS PARTICIPANTES DA DISPUTA - o conflito nestas histórias é um contributo para mostrar formas de lidar com ele.(a forma de “olhar” para estas histórias é para pensar - ou todos trabalhamos sobre um texto ou dividimo-nos em grupos e cada um trabalha sobre um. Mas parece-me que todos devem trabalhar sobre um….)

Leiamos:

Chegaram então a Cafarnaum. Estando em casa, perguntou-lhes: De que discutíeis pelo caminho? Mas eles calaram-se, porque pelo caminho tinham discutido entre si sobre qual deles era o maior. Sentou-se, chamou os Doze e disse-lhes: Se alguém quiser ser o primeiro, seja o último de todos e o servo de todos!

—Mc 9,33-34

Toda esta situação resultou do facto de “sair” dos apóstolos o desejo de dominar, de ser notado ou apreciado por Jesus, de ganhar reconhecimento talvez também aos olhos dos outros apóstolos. Notemos como isto é humano, como também nos é próximo - quem de nós não tem tais necessidades, de ser elogiado, notado, de ser distinguido entre outros? Os Apóstolos eram pessoas comuns…e também não lhes eram estranhos conflitos deste tipo. Mas lemos que “calaram-se”, sabiam que se comportaram de forma estúpida, imatura, pouco inteligente e Jesus também o sabe instruindo-os depois. Reconheceram a sua fraqueza e cessaram a discussão.

Quando depois Cefas chegou a Antioquia, opus-me-lhe abertamente, porque merecia isso. Antes ainda de chegarem alguns do círculo de Tiago, participava nas refeições com os que vinham do paganismo. Quando, porém, eles apareceram, começou a afastar-se e a manter-se à distância, temendo os que vinham da circuncisão. Este seu comportamento pouco sincero foi também assumido por outros de origem judaica, de modo que até Barnabé foi arrastado para esta simulação. Quando, pois, percebi que não seguiam o caminho certo, conforme a verdade do Evangelho, disse a Cefas na presença de todos: Se tu, embora sendo judeu, vives segundo os costumes dos pagãos e não segundo os dos judeus, como podes obrigar os pagãos a aceitar os costumes judaicos? Nós somos judeus de nascimento e não pagãos mergulhados no pecado.

—Gl 2,11-14

Paulo fala com dureza na carta. Está muito irritado com Pedro - com aquele que foi escolhido, distinguido do grupo dos doze. O que poderia Pedro pensar - que aquele que apenas recentemente se tinha convertido o iria instruir? A ele, que conheceu pessoalmente Jesus e, para não ser pouco, foi escolhido por Ele como guia da Igreja? Oh não! Mas…aceitou estas acusações, mostrou-se que Paulo tinha razão, no concílio apoiou-se a sua posição. Soube aceitar a crítica.

Passado algum tempo, Paulo disse a Barnabé: Voltemos já e vejamos como estão os irmãos em todas as cidades onde anunciámos a palavra do Senhor. Barnabé queria também levar João, chamado Marcos; mas Paulo pedia para não levar consigo aquele que os tinha abandonado na Panfília e não tinha participado no seu trabalho. Chegou-se a um confronto agudo, de modo que se separaram: Barnabé levou Marcos e navegou para Chipre, e Paulo escolheu Silas como companheiro e partiu, recomendado pelos irmãos à graça do Senhor.

—At 15,36-41

Disputa prosaica. Mas vale a pena sublinhar aqui como Paulo e Barnabé saíram disto - às vezes é assim, é melhor separar-se, para não agravar a situação. Houve conflito, “a disputa agravou-se” mas não se mataram de raiva - encontraram uma solução.

TENDEMOS PARA A CONCLUSÃO…
  • Estas situações fazem-nos perceber que os Apóstolos não eram perfeitos. Mas também que nós hoje como membros ou futuros membros de comunidades também não o seremos. E não é disso que se trata. O importante é PERCEBER ISTO E ACEITAR. Os conflitos e dificuldades sim causam várias coisas dolorosas, ofensas, convicção de que já não sou capaz de encontrar uma linguagem comum com alguém. Mas nestas histórias Jesus deixa-nos também indicações de como lidar com o que é afinal um elemento inevitável dos nossos encontros.

  • E na verdade, paradoxalmente, é preciso alegrar-se com o facto de algo acontecer, de estar bem, mas também com o facto de às vezes ser difícil e doloroso - Por quê? - Porque aí está a vida, verdadeira, não açucarada. Às vezes é preciso discutir para se encontrar verdadeiramente, para descobrir algo sobre si e sobre outros. Às vezes tem de doer - porque afinal o poder aperfeiçoa-se na fraqueza, embora humanamente soe estranho. Mas para aprender tal alegria é preciso convencer-se a si mesmo de que os encontros difíceis, também na comunidade, não são um castigo de Deus, mas uma lição para cada um de nós e um passo para a maturidade - de vida e cristã.

Reunimos os conteúdos de todo o encontro num todo (pode-se utilizar o resumo anterior e dar uma olhadela aos objetivos do encontro e segundo eles formular algumas palavras para concluir). Recomendo terminar com uma rodada, oral ou escrita, encorajando os participantes a responderem à pergunta “Com que termino este encontro?”